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Mau hálito com cheiro de fezes: por que acontece e como tratar?

Seu hálito está com um odor forte que alguém próximo descreveu como cheiro de fezes?

A primeira reação de muitas pessoas é pensar: “isso só pode estar vindo do meu intestino”.

Mas não vem.

Se um odor do hálito tivesse origem intestinal e chegasse ao ar expirado pela circulação e pelos pulmões, ele estaria presente tanto no ar expirado pela boca quanto no ar expirado pelo nariz, com a mesma característica. Mas esse é um assunto para outro artigo. Se quiser entender como essa comparação ajuda a investigar a origem do mau hálito, veja como é feita a avaliação do mau hálito.

O mau hálito não vem do intestino. Na experiência da Clínica Halitus, em mais de 15 mil tratamentos realizados, não foi identificado nenhum caso em que a halitose tivesse origem intestinal.

E existe uma explicação muito interessante para o hálito lembrar o cheiro das fezes.

Ela começa justamente pelos gases intestinais.

Mais de 99% do volume dos gases presentes no intestino é formado por nitrogênio, oxigênio, dióxido de carbono, hidrogênio e metano. Esses gases não têm cheiro. O mau odor vem de menos de 1% dos gases intestinais, formado principalmente por compostos que contêm enxofre.

Entre eles, o sulfeto de hidrogênio se destaca como o principal responsável pelo mau cheiro característico dos gases intestinais.

E aqui está a ligação mais interessante desta história:

esse mesmo sulfeto de hidrogênio também é produzido pelas bactérias da língua e é um dos gases responsáveis pelo mau hálito bucal.

É justamente a presença do mesmo gás nos dois ambientes, boca e intestino, que explica por que um mau hálito produzido na boca pode lembrar tão claramente o cheiro de fezes.

A semelhança do cheiro é real. A origem é totalmente diferente.

Ao longo deste artigo, você vai entender onde esse gás é produzido, por que a língua tem um papel tão importante, o que é o biofilme lingual invisível e como a Técnica DC de limpeza da língua e o Enxaguatório Halitus atuam com eficiência no controle da saburra e dos gases responsáveis pelo mau hálito bucal.

Para entender também as diferentes formas de halitose, veja o que é halitose e quais são suas diferentes formas.

Por que o hálito pode lembrar o cheiro de fezes?

“Cheiro de fezes” é uma maneira de descrever um odor muito desagradável.

Uma pessoa próxima pode realmente perceber o hálito como fecal, sulfuroso, semelhante a esgoto ou a ovo podre — descrições que podem estar relacionadas à presença de compostos de enxofre. Isso não significa que ela esteja imaginando o cheiro, nem que o odor esteja sendo exagerado.

O erro acontece quando se transforma a semelhança do cheiro em uma conclusão sobre sua origem.

Cheiro parecido não significa origem igual.

É possível entender isso separando três informações:

intensidade do odor: o quanto o mau hálito está forte;

qualidade do odor: com o que esse cheiro se parece;

origem do odor: onde os gases responsáveis estão sendo produzidos.

Um odor pode lembrar fezes e, ainda assim, ser produzido na boca.

Infográfico que diferencia qualidade, intensidade e origem do odor no mau hálito e mostra fatores bucais e extrabucais relacionados à origem.
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O que os gases intestinais têm a ver com isso?

Esta é a parte mais curiosa da história.

Quando pensamos em gases intestinais, imaginamos que todo o gás eliminado pelo intestino tenha mau cheiro. Não é assim.

Mais de 99% do volume dos gases intestinais é formado por cinco gases: nitrogênio, oxigênio, dióxido de carbono, hidrogênio e metano. Eles não têm cheiro.

Então, de onde vem o mau cheiro?

Da pequena quantidade restante de compostos odoríferos. Entre os mais importantes estão os compostos que contêm enxofre, especialmente o sulfeto de hidrogênio, conhecido pelo cheiro característico de ovo podre.

Agora vem a ligação decisiva:

o sulfeto de hidrogênio não é produzido exclusivamente no intestino. Ele também é produzido na boca.

Na halitose bucal, os compostos sulfurados voláteis (CSV) são os gases responsáveis pelo mau hálito. Entre eles estão principalmente o sulfeto de hidrogênio e a metilmercaptana.

Na boca, esses gases são formados pela ação de bactérias presentes nos biofilmes, ou placas bacterianas. Essas bactérias degradam proteínas ricas em aminoácidos que contêm enxofre, como cisteína, cistina e metionina. Durante esse processo são formados os CSV.

A cisteína e a cistina dão origem predominantemente ao sulfeto de hidrogênio, enquanto a metionina dá origem principalmente à metilmercaptana.

É por isso que um hálito produzido na boca consegue lembrar tão fortemente o cheiro das fezes: um dos gases envolvidos é o mesmo.

Essa é a ponte que costuma ser perdida quando se olha apenas para a descrição “cheiro fecal”.

O cheiro lembra o intestino. A produção do odor está na boca.

Onde esse mesmo gás é produzido na boca?

A língua é a principal região de produção dos gases responsáveis pelo mau hálito bucal. E é nela, especialmente em sua porção posterior, que ocorre uma importante produção do sulfeto de hidrogênio, justamente o gás que ajuda a explicar por que o hálito lembra o cheiro de fezes.

A superfície da língua possui papilas e irregularidades que favorecem o acúmulo de bactérias, células descamadas e componentes proteicos provenientes da saliva e dos alimentos. Esse material forma a saburra lingual, que é o principal biofilme relacionado à produção dos compostos sulfurados voláteis (CSV) no mau hálito bucal.

Nesse biofilme, as bactérias degradam proteínas ricas em aminoácidos que contêm enxofre, como cisteína, cistina e metionina. A cisteína e a cistina dão origem predominantemente ao sulfeto de hidrogênio, enquanto a metionina está relacionada principalmente à formação de metilmercaptana.

Por isso, a saburra não deve ser entendida simplesmente como uma “sujeira na língua”. Ela é uma placa bacteriana biologicamente ativa que produz os gases responsáveis pelo mau hálito, inclusive o sulfeto de hidrogênio.

E existe um detalhe que muda completamente a forma de pensar sobre a limpeza da língua:

nem toda saburra pode ser vista.

Parte desse biofilme forma a camada esbranquiçada ou amarelada que conseguimos enxergar sobre a língua. Outra parte permanece escondida entre e dentro das papilas linguais, mesmo quando a superfície da língua parece rosa e limpa.

É o chamado biofilme lingual invisível.

Infográfico mostrando como saburra e biofilme lingual invisível participam da formação de compostos sulfurados voláteis e da percepção do mau hálito.
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Biofilme lingual invisível

Aqui está outro ponto importante desta história.

Mesmo depois de uma raspagem aparentemente bem-feita, parte do biofilme lingual pode permanecer protegida entre e dentro das papilas da língua.

Antes de esse conceito ser formalizado, o Dr. Maurício Conceição já havia desenvolvido a Técnica DC, uma técnica químico-mecânica de limpeza da língua que utiliza um limpador de língua com cerdas e um spray para limpeza da língua.

Um estudo comparativo mostrou que essa técnica removia muito mais saburra do que a limpeza com raspador de língua ou escova de dentes. Na comparação publicada em 2009, considerando o grau de saburra removida, a Técnica DC removeu 67,5% mais saburra que o raspador de língua e 148% mais que a escova de dentes.

A pergunta era:

por que essa técnica conseguia remover tanto mais biofilme?

Um trabalho de Hess e colaboradores, publicado em 2008, ajudou a explicar esse mecanismo. O modelo proposto mostrou que, durante a raspagem, as papilas da língua podem se inclinar com a força exercida pelo raspador, protegendo parte do biofilme localizado nos espaços entre elas.

Isso ajuda a explicar por que passar apenas o raspador sobre a superfície da língua não necessariamente remove todo o biofilme: uma parte pode permanecer protegida entre e dentro das papilas.

A partir dessa compreensão da anatomia da língua e das observações relacionadas ao desempenho da Técnica DC, Dr. Maurício Conceição e Fernanda Giudice apresentaram, em 2021, o conceito de biofilme lingual invisível.

O termo descreve a parte do biofilme lingual que permanece protegida entre e dentro das papilas e que pode não ser percebida simplesmente olhando a língua no espelho.

Na experiência clínica do Dr. Maurício Conceição, esse conceito também ajudou a compreender casos de boca amarga persistente em pessoas cuja língua parecia visualmente limpa. Quando a limpeza detalhada da região posterior da língua passou a ser realizada com a Técnica DC, a resposta clínica foi muito melhor, e essa queixa frequentemente desapareceu.

O mesmo raciocínio tem importância nos pacientes com formação recorrente de cáseos amigdalianos. Na experiência clínica do Dr. Maurício Conceição, a limpeza detalhada da região posterior da língua, como a realizada com a Técnica DC com os produtos Halitus, contribui de forma importante para o controle desses casos, como parte da estratégia de tratamento.

Por que a Técnica DC remove mais saburra?

Porque ela não se limita a raspar a superfície da língua.

A Técnica DC combina ação química e mecânica. O Limpador de Língua com Cerdas Halitus e o líquido do Spray para Limpeza da Língua Halitus são utilizados para alcançar e soltar a saburra presente entre e dentro das papilas.

As cerdas ajudam a solução a penetrar entre as papilas e a soltar o biofilme. Depois, a parte raspadora do limpador remove com facilidade o material desprendido.

É justamente essa ação que ajuda a controlar a saburra visível e o biofilme lingual invisível.

Isso tem relação direta com o tema deste artigo. Se a língua continua carregando o biofilme produtor de sulfeto de hidrogênio e outros CSV, o gás continua sendo formado.

O objetivo, portanto, não é perfumar o hálito. É reduzir a fonte bacteriana que produz os gases responsáveis pelo odor alterado.

Qual é o papel do Enxaguatório Halitus?

O Enxaguatório Bucal Halitus também tem um papel importante nessa história.

Ele não atua apenas deixando sensação de frescor. Sua função é complementar o controle dos fatores que mantêm o mau hálito e os gases de enxofre como o sulfeto de hidrogênio.

Em um estudo clínico randomizado, duplo-cego e placebo-controlado, publicado na Revista Brasileira de Otorrinolaringologia, 50 voluntários concluíram oito semanas de acompanhamento. Foram avaliadas três variáveis: formação de cáseos amigdalianos, grau de saburra lingual e concentração dos compostos sulfurados voláteis.

No grupo que utilizou o Enxaguatório Halitus, houve redução significativa da saburra lingual, dos CSV e da formação de cáseos amigdalianos. No grupo placebo, não houve resultado significativo nessas variáveis.

Isso é especialmente relevante para o mau hálito com cheiro de fezes.

Ao reduzir a formação da saburra lingual, o enxaguatório atua sobre o ambiente em que os gases são produzidos. Ao reduzir a concentração dos CSV, atua também sobre os próprios gases responsáveis pelo mau hálito bucal.

Entre esses CSV está o sulfeto de hidrogênio, justamente o gás que pode lembrar o cheiro de fezes.

O estudo mediu a concentração global de CSV, e não o sulfeto de hidrogênio isoladamente. Ainda assim, o resultado mostra que o Enxaguatório Halitus interfere em duas partes fundamentais do processo: diminui a formação de saburra e reduz a concentração dos gases do mau hálito.

Por isso, o controle da saburra lingual, especialmente de formações intensas, não termina na remoção mecânica do biofilme. A estratégia inclui também diminuir sua nova formação ao longo do dia.

Mau hálito com cheiro de fezes vem do intestino?

Não. O mau hálito não vem do intestino.

Mesmo quando o cheiro lembra fezes, isso não significa que gases intestinais estejam chegando até a boca.

A prisão de ventre, por exemplo, pode existir ao mesmo tempo que a halitose, mas essa coexistência não transforma o intestino na origem do mau hálito.

Da mesma forma, alimentos ricos em enxofre podem modificar o odor dos gases intestinais sem produzir, por isso, um mau hálito de origem intestinal.

Para entender melhor essa diferença, veja também por que café, leite e alimentos com enxofre não causam mau hálito.

Outras regiões da boca também produzem gases de mau hálito?

Sim.

Embora a língua ocupe uma posição central neste artigo, outras fontes bucais também precisam ser consideradas.

A doença periodontal, por exemplo, também pode produzir CSV e está especialmente relacionada à metilmercaptana.

Os cáseos amigdalianos também podem apresentar um odor extremamente desagradável quando apertados ou esmagados. Eles se formam nas criptas das amígdalas e possuem relação clínica com fatores como bactérias, substratos proteicos e saburra lingual.

Mas isso não muda a mensagem principal: cheiro de fezes no hálito não aponta para o intestino.

Ele descreve uma característica do odor. Neste contexto, a principal fonte bucal a ser considerada é a saburra lingual, visível e invisível, especialmente pela produção de sulfeto de hidrogênio.

Como controlar esse tipo de mau hálito?

Quando o odor está sendo produzido principalmente na língua, o tratamento precisa controlar a saburra visível, o biofilme lingual invisível e a formação dos gases responsáveis pelo mau hálito.

Na prática, isso envolve três frentes complementares:

  1. remover adequadamente o biofilme da língua, inclusive no fundo da língua e entre as papilas;
  2. diminuir sua nova formação, mantendo o controle da saburra ao longo do dia;
  3. reduzir a concentração dos CSV, os gases responsáveis pelo mau hálito bucal.

É nesse contexto que a Técnica DC e o Enxaguatório Halitus se complementam, com eficácia comprovada por pesquisas.

A Técnica DC foi desenvolvida para alcançar, soltar e remover o biofilme que a raspagem superficial da língua deixa protegido entre as papilas.

O Enxaguatório Halitus demonstrou em pesquisa clínica reduzir a formação de saburra e a concentração de CSV, além de reduzir a formação de cáseos amigdalianos.

Outros fatores precisam ser tratados quando estão presentes, como a doença periodontal ou alterações salivares.

Nos casos em que o mau hálito persiste, é importante realizar uma avaliação completa para confirmar a origem e identificar todos os fatores envolvidos.

Veja também como é feita a avaliação do mau hálito.

Conheça os Produtos Halitus para o controle da saburra e dos gases do mau hálito

Conheça os Produtos Halitus utilizados na Técnica DC e no controle da formação da saburra lingual e dos compostos sulfurados voláteis.

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O que fazer se alguém disser que seu hálito está com cheiro de fezes?

Leve a informação a sério, mas não procure a solução no intestino.

Se alguém próximo percebe repetidamente esse tipo de odor, o caminho é identificar onde os gases estão sendo produzidos.

A língua merece atenção especial, inclusive quando parece limpa. Saburra visível e biofilme lingual invisível podem produzir CSV em quantidade suficiente para gerar um odor muito forte.

Se a limpeza habitual não resolve, apenas escovar ou passar um raspador sobre a língua pode ser insuficiente.

O objetivo é controlar o biofilme de forma adequada e diminuir a formação dos gases responsáveis pelo odor alterado.

Se o problema persistir ou houver outros fatores envolvidos, a avaliação profissional permite identificar a origem e definir o tratamento adequado.

O odor persiste mesmo com os cuidados?

Conheça como a Clínica Halitus investiga a origem do mau hálito e trata os fatores identificados em cada caso.

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Resumo final

Um hálito realmente pode ser percebido como cheiro de fezes.

A explicação não está no intestino.

Mais de 99% do volume dos gases intestinais é formado por gases inodoros (sem cheiro). O cheiro desagradável vem de uma pequena quantidade de compostos gasosos que têm um cheiro forte, entre eles o sulfeto de hidrogênio.

E é justamente aí que está a ligação mais interessante:

o sulfeto de hidrogênio também é produzido pelas bactérias da língua e é um dos gases responsáveis pelo mau hálito bucal.

Na língua, a saburra visível e o biofilme lingual invisível formam um ambiente importante para a produção desses gases.

A Técnica DC foi desenvolvida para alcançar, soltar e remover esse biofilme inclusive entre as papilas. O Enxaguatório Halitus complementa esse controle, diminuindo a formação de saburra e a concentração dos CSV.

Por isso, quando o hálito lembra fezes, a pergunta correta não é “o que está acontecendo no meu intestino?”.

É:

“onde esse gás está sendo produzido e como controlar sua formação?”

Perguntas frequentes

Clique no símbolo + para ler as respostas.

Mau hálito com cheiro de fezes vem do intestino?

Não. O mau hálito não vem do intestino. A semelhança do cheiro acontece porque alguns compostos odoríferos produzidos no intestino também são produzidos na boca, como o sulfeto de hidrogênio.

Por que o hálito pode ter cheiro de fezes?

Porque o sulfeto de hidrogênio, um gás que participa do odor desagradável dos gases intestinais, também é produzido pelas bactérias da língua e faz parte dos compostos sulfurados voláteis responsáveis pelo mau hálito bucal.

Os gases intestinais têm cheiro?

Mais de 99% do volume dos gases intestinais é formado por nitrogênio, oxigênio, dióxido de carbono, hidrogênio e metano, que são inodoros. O mau cheiro vem de compostos presentes em pequenas quantidades, especialmente gases contendo enxofre.

Onde o sulfeto de hidrogênio é produzido na boca?

Ele é produzido pela ação bacteriana no biofilme lingual. A língua, especialmente sua região posterior, é a principal área de produção do sulfeto de hidrogênio por causa da saburra e do biofilme lingual invisível.

Minha língua está rosa. Mesmo assim pode haver saburra?

Sim. Parte da saburra pode permanecer escondida entre e dentro das papilas da língua. Esse acúmulo é chamado de biofilme lingual invisível.

Por que o raspador de língua pode não remover todo o biofilme?

Durante a raspagem, as papilas podem se inclinar e proteger parte do biofilme que permanece entre elas. A Técnica DC foi desenvolvida para alcançar, soltar e remover também esse material escondido entre as papilas. Ou seja: o spray e as cerdas alcançam e soltam a saburra; o raspador remove.

O que é a Técnica DC?

É uma técnica químico-mecânica de limpeza da língua desenvolvida pelo Dr. Maurício Conceição. Ela utiliza ação química e mecânica para alcançar, soltar e remover a saburra visível e o biofilme lingual invisível.

O Enxaguatório Halitus reduz a saburra?

Sim. Em estudo clínico randomizado, duplo-cego e placebo-controlado, o Enxaguatório Halitus reduziu significativamente o grau de saburra lingual e a concentração dos compostos sulfurados voláteis, além de reduzir a formação de cáseos amigdalianos.

O Enxaguatório Halitus reduz especificamente o sulfeto de hidrogênio?

O estudo citado mediu a concentração global dos compostos sulfurados voláteis (CSV) com o Halimeter. Esse aparelho responde a diferentes CSV, mas apresenta maior sensibilidade ao sulfeto de hidrogênio.

Portanto, o estudo demonstrou redução significativa dos CSV totais, mas não quantificou isoladamente quanto dessa redução correspondeu especificamente ao sulfeto de hidrogênio.

Prisão de ventre causa mau hálito com cheiro de fezes?

Não. Constipação e mau hálito podem coexistir, mas prisão de ventre não transforma gases intestinais em origem do mau hálito.

Cáseos amigdalianos podem ter cheiro forte?

Sim. Cáseos podem apresentar odor muito intenso quando apertados ou esmagados. Nos casos recorrentes, o controle da saburra e do biofilme invisível do fundo da língua também integra a estratégia clínica.

Como tratar mau hálito com cheiro de fezes?

Quando a origem está na língua, o tratamento precisa controlar a saburra visível, o biofilme lingual invisível e os gases produzidos por esse biofilme. A Técnica DC e o Enxaguatório Halitus atuam de forma complementar nesse controle. Outros fatores bucais devem ser tratados quando presentes.

Referências

Este conteúdo foi elaborado com base nas obras, estudos científicos e materiais técnicos listados a seguir.

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  13. Conceição MD. Confie no seu hálito: manual para ter um hálito agradável e se sentir confiante. [s.n.]. 2024. 2ª ed..
Dr. Maurício Conceição

Autoria

Dr. Maurício Conceição

Especialista em Halitose e Mestre em Psicologia

Cirurgião-dentista com mais de 30 anos dedicados ao diagnóstico e tratamento da halitose, alterações salivares e de paladar, e cáseos amigdalianos.

Mestre em Psicologia, fundador da Associação Brasileira de Halitose (ABHA), autor de livros e artigos científicos e palestrante em congressos nacionais e internacionais.

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